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Deputados garantem verba para o projeto de duplicação da ERS-118, para evitar o pedágio

Iniciativa dos deputados estaduais Patrícia Alba, Capitão Martim, Rodrigo Lorenzoni e da deputada federal Any Ortiz prevê custeio da obra com recursos de emendas parlamentares


Em uma iniciativa arrojada envolvendo esforços da classe política, líderes empresariais e sociedade civil, foi apresentada ao governo do Estado uma alternativa ao pedagiamento da ERS-118. Em reunião na manhã desta sexta-feira, 16, foi entregue ao diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciano Faustino, um ofício solicitando a elaboração de projeto para duplicação do trecho de 16 quilômetros da ERS-118, entre Gravataí — no entroncamento com a Freeway —, e o acesso à ERS-040, em Viamão.

Deputados se unem para levar duplicação da ERS 118 sem pedágio até o acesso a ERS 040, em Viamão


O documento foi assinado pelos deputados estaduais Patrícia Alba (MDB), Capitão Martim (Republicanos), Rodrigo Lorenzoni (PL); pela coordenadora da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados, Any Ortiz (Cidadania); pelo coordenador do Movimento RS-118 Sem pedágio, Darcy Zottis; pelo presidente da Associação Comercial de Alvorada, Maurício Cardoso; e pelo vice-presidente da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), Rafael Goelzer. O projeto — estimado em R$ 3 milhões — será custeado por emendas dos próprios parlamentares que assinam o documento.


A deputada Patrícia Alba, que, assim como os demais, sempre se mostrou contrária ao pedágio na ERS-118, destaca o trabalho em conjunto com entidades e demais parlamentares: “Desde o início da proposição de instalação de pedágio na RS-118, nos posicionamos de forma contrária e fizemos vários movimentos para impedir o pedágio, e, agora apresentamos uma alternativa concreta e viável, não só dizendo o que não pode acontecer, mas também dando soluções e indicando caminhos”. “A 118 é urbana, pendular, usada para trajetos curtos e integradora para seis municípios da região, dentre estes Alvorada e Viamão, região mais pobre do Estado, que seria penalizada pela fuga de investimentos e das poucas empresas já instaladas”, pondera Zottis sobre a implantação de pedágio na rodovia. “Fizemos a nossa parte, como sociedade, agora depende uma decisão política, para que esse projeto saia do papel e para que, definitivamente não se fale mais em pedágio nesta rodovia”, complementa Goelzer.


Para o deputado Capitão Martim, “a duplicação da ERS-118 é uma demanda urgente que transcende os interesses político-partidários, uma obra necessária para transformar a realidade das cidades envolvidas que vai além da segurança e eficiência no trânsito”. O deputado Rodrigo Lorenzoni, embora não tenha participado da reunião no Daer, ainda no final da manhã esteve no gabinete da deputada Patrícia e reforçou sua disposição em destinar emenda para o projeto.


Ainda pela manhã, um outro ofício foi entregue à deputada Any Ortiz, assinado pelos três deputados e também pelas entidades, solicitando que a líder da bancada gaúcha encaminhe o projeto de realização da duplicação da rodovia aos demais deputados da bancada federal para que este projeto seja colocado entre as prioridades a serem custeadas pelas emendas parlamentares, obra que, inicialmente, foi estimada em R$ 110 milhões. “Somos contra o pedágio, mas isso apenas não resolveria a questão. Por isso, vamos mobilizar os deputados estaduais e federais para que consigamos recursos de emendas para tirarmos do papel essa obra que vai trazer impacto positivo para a economia do RS”, observa a deputada Any Ortiz.


Com a possibilidade de custeio da obra nessa modalidade, os deputados não somente desoneram os cofres do Estado como colocam fim à alegação de que o pedágio na ERS-118 seria necessário e a única forma viável para a duplicação. Em conjunto, a bancada federal gaúcha dispõe de R$ 320 milhões em emendas ao ano. Essa é uma causa de interesse regional que merece atenção e apoio por parte de nossos líderes políticos. Com a união dos deputados federais gaúchos e senadores, toda a obra de duplicação da rodovia poderá ser custeada por meio de emendas, retirando assim a necessidade de pedagiá-la”, aponta o documento.






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